{"id":19,"date":"2023-11-13T10:50:25","date_gmt":"2023-11-13T10:50:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aurelieverioca.com\/?page_id=19"},"modified":"2023-11-13T19:15:46","modified_gmt":"2023-11-13T19:15:46","slug":"bio-aurelie-solo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.aurelieverioca.com\/pt\/bio-aurelie-solo\/","title":{"rendered":"Bio Aur\u00e9lie solo"},"content":{"rendered":"<p>Desde que me lembro, sempre cantei... jazz com meu pai ao piano, variedade nas longas viagens de carro, m\u00fasicas de Michel Legrand antes dos filmes de Jacques Demy...<\/p>\n<p>Sempre escrevi tamb\u00e9m. Meu caminho me levou primeiro ao cinema. No in\u00edcio pela parte de produ\u00e7\u00e3o, por tr\u00e1s das c\u00e2meras porque queria entender como se fazia um filme, um pouco como investigar a receita de um bom prato. E ent\u00e3o para escrever. Queria contar hist\u00f3rias, com come\u00e7o, meio e fim. Eu queria ser emocionado e emocionado. Um pouco como no palco\u2026 E a\u00ed meu caminho cruzou o do Brasil. Foi quando eu tinha 14 anos, na casa de uma amiga que nasceu l\u00e1 por acaso e que tinha discos de Chico Buarque e Vinicius de Moraes tocando repetidamente em seu toca-discos de vinil. O \u201cC\u00e1lice\u201d do Chico \u00e9 uma das minhas lembran\u00e7as mais marcantes\u2026<\/p>\n<p>Mais tarde veio o encontro com Eduardo Lopes. Foi no Crest, no festival de jazz vocal, e fiquei literalmente atra\u00eddo pela atmosfera que emana desta m\u00fasica. N\u00e3o entendi nada das letras, mas tive a sensa\u00e7\u00e3o de que seus autores me entendiam melhor do que ningu\u00e9m. N\u00e3o me enganei... Desde aquele momento, mergulhei de todo o cora\u00e7\u00e3o nesta m\u00fasica, nesta l\u00edngua, nesta cultura, como se encontrasse uma fam\u00edlia, uma hist\u00f3ria, uma mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Durante minha primeira viagem atrav\u00e9s do oceano, permaneci em sil\u00eancio. Eu conseguia entender trechos de conversas quando eles pegavam palavras emprestadas de letras de m\u00fasicas que eu conhecia. Depois, de volta \u00e0 Fran\u00e7a, estudei gram\u00e1tica e conjuga\u00e7\u00f5es. Tudo se encaixou como m\u00e1gica na minha cabe\u00e7a. A vida continuou ent\u00e3o a guiar meus passos rumo a esta terra. Trabalhei l\u00e1 para escrever um guia de viagem para as edi\u00e7\u00f5es da Hachette e pude viajar por todo o Nordeste. Dos cantos de Salvador aos Len\u00e7\u00f3is Maranheses passando pelo interior do Cear\u00e1. Ao continuar a escrever para document\u00e1rios para cinema ou televis\u00e3o, senti uma necessidade cada vez mais forte de cantar esta m\u00fasica em palco, para dar um pouco da felicidade que ela me trazia no dia a dia.<\/p>\n<p>Comecei a me apresentar em 2005 com o YEMANJA&#039;ZZ, meu primeiro grupo. Foi com Emmanuel Heyner na guitarra, Caio Mamberti na percuss\u00e3o e Marc Israel no baixo. Gravamos um primeiro EP de 6 faixas com covers e minha primeira m\u00fasica com m\u00fasica de Virginie Henry.<\/p>\n<p>E a\u00ed o encontro com Verioca foi decisivo. Comecei a escrever sobre a m\u00fasica dele, ainda escrevendo minhas hist\u00f3rias sobre ela, mas desta vez em m\u00fasica. Com a alegria de poder cant\u00e1-los e oferec\u00ea-los ao p\u00fablico sem esperar... Muitos professores me acompanharam no caminho da minha voz... Ya\u00ebl Benzaquein foi o primeiro, depois Daniella Barda, Isabelle Carpentier, Laurence Saltiel, A\u00efcha Redouane, mais recentemente G\u00e9raldine Ros\u2026 Eduardo Lopes claro que me abriu as portas para toda a m\u00fasica do Brasil. Felipe Abreu que me acompanhou em cada uma de minhas viagens ao Rio no caminho dos altos padr\u00f5es e de um sotaque que ao mesmo tempo respeita o idioma sem negar minhas origens.<\/p>\n<p>E depois Laurent Mercou que me apresentou o est\u00fadio de variedades onde me formei como professora de canto com pessoas maravilhosas como Sarah Sanders, Claudia Philips, Gislaine Lenoir e muitas outras... Muitos cantores e cantoras que me adoraram tamb\u00e9m me orientaram: Chet Baker, Elis Regina, M\u00f4nica Salmaso, Maurane, M\u00f4nica Passos.<\/p>\n<p>Eles me mostraram que o \u00fanico caminho poss\u00edvel \u00e9 o da sinceridade. Gra\u00e7as a eles !<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Aur\u00e9lie<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aussi loin que je me souvienne, j\u2019ai toujours chant\u00e9\u2026 du jazz avec mon p\u00e8re au piano, de la vari\u00e9t\u00e9 pendant les longues vir\u00e9es en voiture, des airs de Michel Legrand devant les films de Jacques Demy\u2026 J\u2019ai toujours \u00e9crit aussi. Mon chemin m\u2019a d\u2019abord men\u00e9 vers le cin\u00e9ma. 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